terça-feira, 19 de janeiro de 2010

FUERA DE CARTA

À MODA DA CASA (19/01)


Comédia hilária sobre chef de cozinha gay dividido entre seu restaurante com problemas finaceiros, funcionários pirados, os dois filhos que sua ex mulher lhe deixa após morrer, um vizinho jogador que quer namorá-lo, uma amiga carente 'afim' do mesmo vizinho, etc.
Várias expressões como só os espanhóis sabem criar.
Ele acaba com o jogador de futebol, criando os 2 filhos. Não sem muita confusão antes.
Pessoas na plateia ficam histéricas de tanto rir. Muito legal.

BAD LIEUTENANT: PORT OF CALL NEW ORLEANS

Vício Frenético (18/01)

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Bloco de texto
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Ficha Técnica:

Gênero: Drama

Duração: 122 min

Ano de lançamento: 2009 (EUA)

Site oficial:http://www.badlieutenantportofcallneworleans.com/

Direção: Werner Herzog
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Roteiro: William M. Finkelstein, baseado em roteiro de Zoë Lund, Abel Ferrara, Paul Calderon e Victor Argo

Música: Mark Isham

Fotografia: Peter Zeitlinger

Figurino: Jill Newell


Elenco:

Nicolas Cage (Terence McDonagh)
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Eva Mendes (Frankie Donnenfeld)
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Val Kilmer (Stevie Pruit)
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Fairuza Balk (Heidi)
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Jennifer Coolidge (Genevieve)
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Brad Dourif (Ned Schoenholtz)
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Michael Shannon (Mundt)
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Denzel Whitaker (Daryl)
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Shea Whigham (Justin)
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Shawn Hatosy (Armand Benoit)
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Xzibit (Big Fate)
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Irma P. Hall (Binnie Rogers)

Vondie Curtis-Hall (James Brasser)

Tom Bower (Pat McDonough)

Brandi Coleman (Yvonne)

Lance E. Nichols (Isiah Patterson)

Katie Chonacas (Tina)

Marco St. John (Eugene Gratz)


A primeira palavra que me vem à cabeça quando penso neste filme é canastrice! Nicolas Cage ultimamente parece ter tido faro para o tipo. Apesar de sua figura carismática, não consegue o tom certo para algumas interpretações. Em certos momentos a trama tenta fazer graça com homicídios, tráfico, violência, máfia, etc. O filme tem cenas bem ruins.

Policial, por ser viciado em drogas pesadas (crack, heroína, cocaína e barbitúricos) tem dificuldade em realizar o trabalho para o qual parece ter nascido. Freneticamente vai se envolvendo nos próprios crimes que investiga e cometendo outros para satisfazer sua dependência.
Um ponto alto são suas alucinações, quando ouve músicas, vê iguanas e até a alma dançante de uma de suas vítimas. Run Away!
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domingo, 17 de janeiro de 2010

THE GREAT BUCK HOWARD

A Mente que Mente (15/01)

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Ficha Técnica:

Gênero: Comédia/Drama

Duração: 01 hs 30 min

Ano de lançamento: 2008 (EUA)

Site oficial:http://greatbuckhowardmovie.com/

Direção e Roteiro: Sean McGinly
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Música: Blake Neely
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Fotografia:Tak Fujimoto

Figurino: Johnetta Boone

Elenco:

John Malkovich (Buck Howard)

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Colin Hanks (Troy Gable)


Emily Blunt (Valerie Brennan)


Ricky Jay (Gil Bellamy)
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Steve Zahn (Kenny)


Tom Hanks (Sr. Gable)


Griffin Dunne (Johnathan Finerman)
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Adam Scott (Alan Berkman)
(na foto com Colin)
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Patrick Fischler (Michael Perry)

Wallace Langham (Dan Green)

Jonathan Ames (Edward Kelly)
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Jacquie Barnbrook (Sheila Heller)
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Retrato de um aparentemente decadente ilusionista que viaja por pequenas cidades americanas com seus truques e entretenimento. Faz adivinhações, descobre objetos escondidos, canta e toca toscamente, conta piadas.
Neste cenário está o personagem que narra a história, ex-estudante de direito que consegue emprego como assistente do adivinho.
Altos e baixos na carreira e no temperamento. Estereótipos de americanos de cidades desconhecidas, alguma emoção trazida pela fama ou pela falta dela.
Tom Hanks vive o pai do rapaz que quer forçá-lo a ser advogado e o persegue com chantagens emocionais. Muito legal vê-los atuando juntos, já que são mesmo pai e filho.
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Nos letreiros finais a informação de que o filme é baseado em um personagem real, o mágico americano George Joseph Kresge Jr (Amazing Kreskin).
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E o talento de John Malkovich...
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

SHERLOCK HOLMES

Sherlock Holmes (13/01)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

500 DIAS COM ELA

(500) Days of Summer (28/12)


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A relação de amor quando uma pessoa se envolve mais do que a outra.
A garota, com sentimento diverso, avisa desde o início que não busca um relacionamento.
É o que se diz quando se tem consciência de que uma pessoa não será capaz de despertar sentimentos mais fortes.
Mas mesmo assim, por uma troca qualquer, resolve seguir adiante. Claro que o rapaz em questão, sofre.
Mas, o final lhe reserva uma surpresa, quando após ter que suportar o casamento da amada com outro homem, encontra uma bela menina.
Apesar da dor que enfrenta, aprende com a nova companheira, que deve seguir um rumo profissional mais interessante do que o atual.

Mais que a dor do amor...







A VIDA ÍNTIMA DE PIPPA LEE

The Private Lives of Pippa Lee (27/12)
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História feminina. Sonho de uma vida forte em emoções, independentemente do caminho escolhido. Vir ao mundo e não perder a viagem.

O filme segue a personagem que vai se lembrando, desde o seu nascimento, de emoções, alegrias e fatos de sua exintência. Da convivência com sua mãe drogada à vida atual, onde conhece aquele que será seu futuro namorado.
Seu sonambulismo, o casamento com um editor de sucesso muitos anos mais velho, o caso deste com sua ex-nora, a relação com os filhos, etc.
Boa diversão. Ótimo elenco.






O DIÁRIO DE SINTRA

O Diário de Sintra (30/12)

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Ficha Técnica:
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Gênero: Documentário de Impressões Íntimas
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Duração: 90 min.
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Lançamento (Brasil): 2007
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Música: Edson Secco
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Fotografia: Paula Gaitán e Pedro Urano
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Participações:
Glauber Rocha
Ava Rocha
Eryk Rocha
Paulo Rocha
Paula Guedes
Rui Simões
Maíra Senise
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Glauber, poeta das imagens.
Temperamento que remete a Gregório de Matos, à loucura de Wally Salomão, às imagens agrestes de João Cabral.
Glauber ao vento, sob as águas de um rio (belíssima cena), como folha, como frutos, na memória, no subconsciente.
Sua companheira revê a cidade que os viu nos últimos dias desta existência de cinema. Cenas da época entre cenas atuais.
Imagens de crianças dançando, com as vozes que terão quando adultas.
Suas vozes afinadas encenam.
A volta pra casa.
A Rocha, o chão do exílio.






A angústia da Criação.
A 'Mão de deus'.
O Não. O Sim.
Poetas e estrelas.
Araça blues.
Glauber, Amado, Ubaldo e Zélia.
Ficção e fixação.
Ao final do espetáculo, para uma dezena de pessoas, um aplauso solitário do fundo da sala.
Por cerca de 30 segundos.
As pessoas esperam os créditos em pausa.
O cinema está vivo.




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