segunda-feira, 9 de maio de 2011

SOBRENATURAL

(Insidious)






Ficha Técnica:


Gênero: Terror

Duração: 102 min

Ano de Lançamento: 2011 (EUA)

Site Oficial: http://www.sobrenaturalofilme.com.br

Direção: James Wan



Roteiro: Leigh Whannell


Música: Joseph Bishara



Fotografia: David M. Brewer e John R. Leonetti

Figurino: Kristin M. Burke



Elenco:

Patrick Wilson (Josh Lambert)


Barbara Hershey (Lorraine Lambert)


Rose Byrne (Renai Lambert)


Ty Simpkins (Dalton Lambert)


Andrew Astor (Foster Lambert)


Lin Shaye (Elise Rainier)


Leigh Whannell (Specs)


Angus Sampson (Tucker)

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Filme de terror, com toques clássicos como ruídos de passos pelos corredores de uma casa, formas assustadoras ou sombras nas janelas, portas que se abrem sozinhas, imagens diabólicas, bonecos com traços humanos, fantasmas de olhos arregalados e com sorrisos sem vida, vozes diabólicas, etc.
Uma família americana vai morar em uma nova casa e a partir da mudança no estado de saúde de um de seus filhos - que entra em coma, como quem dorme um sono profundo e sem volta - passa a ser aterrorizada por espíritos. Decidem trocar mais uma vez de residência, mas o problema persiste.
Com a ajuda de uma "vidente'' descobrem que o garoto costumava desdobrar-se durante o sono, encontrando-se agora perdido em uma região do ''astral".
Deixando seu corpo "desocupado" daria então abertura para que outras entidades se apoderassem dele, especialmente a mais terrível de todas, que assume traços demoníacos.
Com a ajuda do pai, que passara pelo mesmo tipo de problema na infância e tem o mesmo ''dom'', ele é resgatado e retoma a vida em seu próprio corpo.
Só que o velho fantasma possui o chefe da família que esgana (enfim) a tal médium.
Sons altíssimos para provocar suspense e sustos.
Inacreditável a idiotice dos personagens que assistem a tal paranormal, com caras e atitudes que contrastam com o clima de terror da história. Sem falar no equipamento ridículo que a equipe utiliza para ''trabalhar''.
Humanos por vezes podem ser mais assustadores...
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sábado, 7 de maio de 2011

REENCONTRANDO A FELICIDADE

(Rabbit Hole)









Ficha Técnica:


Gênero: Drama

Duração: 91 min

Ano de Lançamento: 2011 (EUA)

Site Oficial: http://www.rabbitholefilm.com/main.html

Direção: John Cameron Mitchell



Roteiro: David Lindsay-Abaire, baseado em roteiro de sua própria peça


Música: Anton Sanko



Fotografia: Frank G. DeMarco

Figurino: Ann Roth



Elenco:

Nicole Kidman (Becca)


Aaron Eckhart (Howie)


Dianne Wiest (Nat)


Miles Teller (Jason)


Sandra Oh (Gaby)


Tammy Blanchard (Izzy)


Giancarlo Esposito (Auggie)
Jon Tenney (Rick)
Patricia Kalember (Peg)
Julie Lauren (Debbie)
Mike Doyle (Craig)
Stephen Mailer (Kevin)
Roberta Wallach (Rhonda)
Ali Marsh (Donna)
Yetta Gottesman (Ana)
Colin Mitchell (Sam)
Rob Campbell (Bob)
Phoenix List (Danny)
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Drama é a perda de um filho. Sempre se diz que não há dor maior.
Neste filme denso, um casal sofre a morte de sua criança de 4 anos, atropelada em frente à sua casa, quando corria atrás de seu cão. Dirigindo o carro, outro garoto.
A mãe procura conhecer o responsável, perseguindo-o, até finalmente conseguir uma aproximação. Acabam desenvolvendo uma estranha relação, onde estão presentes os sentimentos de mãe, o perdão, o remorso e a tentativa de convivência. Talvez ela veja nele o que seria seu filho no futuro e perceba a impossibilidade de culpá-lo.
O marido procura o trabalho, o esporte e até o envolvimento com uma colega de um grupo de ajuda. Percebe que tudo não passa de uma fuga e que seu amor pela esposa pode ser maior.
Tentando superar a dificuldade do relacionamento íntimo, mais uma vez a culpa e o vazio de sua casa, decidem receber amigos para um churrasco.
Tudo é previsível.
Todos estarão por ali, até saírem um a um e os dois sentirem que estão sós, para viver sua história.
Juntos.

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

ÁGUA PARA ELEFANTES

(Water for Elephants)










Ficha Técnica:


Gênero:Drama

Duração: 122 min

Ano de Lançamento: 2011 (EUA)

Site Oficial: http://waterforelephantsfilm.com/

Direção: Francis Lawrence


Roteiro: Richard Lagravenese,
baseado no livro


de Sara Gruen


Música: James Newton Howard



Fotografia: Rodrigo Prieto

Figurino: Jacqueline West



Elenco:


Robert Pattinson (Jacob Jankowski)


Reese Whiterspoon (Marlena)


Christoph Waltz (August)


Hal Holbrook (Jacob Jankowski - velho)


Paul Schneider (Charlie, que ouve a história)


Mark Povinelli (Kinko/Walter)


Richard Brake (Grady)


Ken Foree (Earl)



Scott MacDonald (Blackie)
Sam Anderson (Sr. Hyde)
John Aylward (Sr. Erwin)
Jim Norton (Camel)
Brad Greenquist (Sr. Robinson)
James Frain (Rosie’s Caretaker)
Karynn Moore (Catherine Hale)
Donna Scott (Barbara)
Aleksandra Kaniak (Mrs Jankowski)
Stephen Taylor (Wade)

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Tai como Rosie, o elefante

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O velho Jacob conta sua história ao dono de um circo americano:
No dia da última prova do curso de veterinária, seus pais morrem juntos em um acidente de carro. A triste notícia vem acompanhada da perda de sua casa, dada como garantia por seu pai para financiar seus estudos, em plena depressão nos EUA.
Deixando sua vida antiga para trás, e sem ter onde ficar, sobe em um trem durante a noite, sem saber tratar-se de um circo, que corta a América apresentando seu espetáculo .
O dono, porém, é um homem cruel tanto com os animais racionais, quanto com os de que se serve para ganhar seu dinheiro. Judia dos bichos explorando-os até a morte e atira do trem em movimento funcionários que o desagradam de alguma forma ou que se tornam 'pesos' para a companhia. Jacob acaba contratado como médico dos animais e logo se envolve com a namorada do vilão.
A atração principal passa a ser um elefante, que entende Polonês (língua nativa de Jacob) e atrai um grande número de espectadores. Percebendo que a esposa está interessada no médico, trata de tentar despachar o rival.
Mas ele acaba levando a garota para uma nova vida, no circo concorrente.
Muito tempo se passa, o casal tem 5 filhos e vive feliz para sempre...
Depois da história Jacob consegue um novo contrato, que o livra do asilo em que vivia.
Filme para sábado na TV.
Interessante ver Pattinson em outro papel, diferente do sério e triste vampiro com que ficou famoso.
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

BRÓDER!







Ficha Técnica:
Gênero: Drama

Duração: 92 min

Ano de Lançamento: 2011 (Brasil)

Site Oficial: http://www.broderofilme.com.br

Direção: Jeferson De



Roteiro: Jeferson De e Newton Cannito


Música: João Marcelo Bôscoli



Fotografia: Gustavo Hadba

Figurino: David Parizotti



Elenco:


Caio Blat (Marco Aurélio, Macu)


Jonathan Haagensen (Jaiminho)


Cassia Kiss (Dona Sônia)


Zezé Motta (Dona Meire)


Sílvio Guindane (Pibe)


Ailton Graca (Seu Francisco)


João Acaiabe (Seu Antônio)


Cíntia Rosa (Elaine)


Du Bronx (Napão)


Lidi Lisboa (Cilene)


Eduardo Acaiabe (Sérgio)


Antônio Petrin (Dr. Venceslau)


Gustavo Machado (Paulo)

Victor Nascimento (Jeferson)
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Os filmes nacionais nunca têm o público que merecem. Preconceito que a aceitação de nosso cinema por outros países ou a realização de filmes com apelo popular tem conseguido derrubar.

Macu (Caio Blat) vive no Capão Redondo, região da periferia de Sampaulo, e apesar de poder contar com o apoio da família e dos amigos, entre eles um jogador famoso que atua na Espanha, acaba se envolvendo com o crime.
O filme mostra o retrato de nossa sociedade, onde só uma pequena parcela tem acesso ao sucesso profissional e pessoal.
Drogas, meninas grávidas e abandonadas, mães solteiras ou com maridos assassinados, falta de oportunidades, violência.
Mas também está presente a gente boa da favela.
Há gente muito digna vivendo em condições difíceis e com mais moral do que muito homem de negócios. Gente que trabalha muito, pessoas de talento. Famílias que se agarram ao que resta de dignidade para viverem com alegria.
Mas a sorte não acompanha o anti-herói desta história. Após um sequestro fracassado, ele recebe ordens para facilitar o rapto do amigo de infância, que está prestes a ser convocado para a Copa do Mundo de Futebol.
Uma festa de aniversário, uma noitada, marca mais uma vez a união dos amigos e durante um telefonema, na frente dos mandantes, Macu se nega a enganar seu "mano" recebendo vários tiros.

Ficou conhecida a sequência onde corrige seu padrasto, que o chama de bróder: "Não é bróder que se fala, é mano!".
Não simpatizo muito com Cássia Kiss, mas sua atuação no filme merece destaque.
Dispensaria a cena final em que Macu aparece estrebuchando na soleira de um barraco e não entendo como uma estrela da grandeza de Zezé Motta pode ser tão mal aproveitada. Se o papel é pequeno (esposa de um pastor), pelo menos nos créditos mereceria um destaque como "participação especial", valorizando sua história e nossa cultura.
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Bom filme que me fez reler Ferréz:

"Um berro de bebê acende o sol na terra, quando sai do útero o mundo 
melhora".


É nóis, mano!
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