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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

LUA DE MEL

Líbánky























































































Ficha Técnica:


Gênero: Drama

Duração: 92 min

Ano de Lançamento: 2013 (República Tcheca e Eslováquia)


Site Oficial: http://www.libankyfilm.cz/


Trailer:




Direção: Jan Hrebejk


























Roteiro: Petr Jarchovský


Música:  Aleš Březina
























Fotografia: Martin Strba

Figurino: Katarina Bielikova




Elenco Principal:


Anna Geislerová (Tereza)






























Stanislav Majer (Radim)














Jirí Cerný (Benda/Jan)






















Kristýna Nováková (Renata)

























Jirí Sesták (Karel, pai da noiva)






























David Máj, foto promocional (Milan)






























Jana Radojcicová (Marie)
Matej Zikán (Dominik)
Zdenek Dusek (Stanislav)
Eva Kukucková (Ivana)
Borivoj Cermak (Filip)
Monika Svadbová (Johanka)
Daniela Choderová (Mãe Filipa)
Tadeás Mach (Lubosek)
Juraj Nvota (Farár)

















































Momentos antes da celebração de seu casamento, já na porta da igreja, Radim decide ir até uma ótica (!!!) comprar uma lente para os óculos do filho, que acabaram de cair.
Os dois são atendidos por Jan, uma estranha figura que encara o noivo insistentemente.
Como se não bastasse, assiste a cerimônia e ainda grita para toda a família, na saída, chamando a atenção de todos para uma foto. 
Para completar, segue os carros em direção a uma casa de campo, para participar da festa (!!!!).








































Conclusão (spoilers):

































O rapaz brinca com os pequenos e age como se fosse um antigo conhecido. Assume atitudes provocadoras, chegando a judiar de uma criança sem maiores consequências. 
Quando questionado sobre quem o teria convidado, ele declara ser colega de escola de Radim.





















Oferece como presente para o casal, uma urna contendo as cinzas de um morto. No rótulo, o nome com o qual se apresentara, seguido de datas de nascimento e morte.























Em uma conversa franca com a noiva, revela fatos estarrecedores do passado de seu recente marido. Durante o período escolar, a turma de garotos liderados por ele, judiava de seu irmão, um rapaz delicado e com atitudes femininas. O bullying alcançava extremos: vestiam o garoto como Natasha Kinsky, no filme Paris Texas, espancavam-no com uma mangueira e depois urinavam nele e o forçavam, junto com o irmão, a alguns contatos sexuais.
A noiva fica perplexa diante deste traço da personalidade do homem com quem acabara de se casar e exige uma explicação, discutindo com ele.























O convidado inesperado volta para sua loja. É quando o pai da noiva segue até a cidade na companhia do neto. O adolescente vai até a ótica e é convidado por Jan para conhecer seu estúdio de fotografia.
O pai da noiva volta sem o menino para casa, o que deixa Radim inconformado e desconfiando de uma vingança.
Transtornado, vai para a cidade na companhia do cunhado, invade a casa do fotógrafo, surpreendendo-o na banheira. Mais uma vez tortura o antigo conhecido, acreditando ter ele causado algum mal a seu menino. Depois de alguns socos, tentam afoga-lo ali mesmo.
Na verdade, o garoto, empolgado com a ideia de tirar alguns retratos, decidira voltar sozinho de barco, aproveitando a paisagem local. Quando aparece no sítio, imediatamente seu pai é avisado. 
A notícia de que o menino está bem, chega no momento em que o noivo apavorado, tenta reanimar Jan, acreditando tê-lo matado.
De volta à casa, é bem recebido pela esposa que se desculpa pelas acusações.
Encontra o filho sentado, analisando sua câmera.
Vendo-o indefeso, com a mesma idade e aspecto frágil de suas vítimas do passado, revive as assustadoras cenas do suplício infligido aos irmãos, por pura maldade.
Tema atual.

































































(O Diretor Jan Hrebejk e a protagonista Anna Geislerová no set) 






sábado, 23 de março de 2013

DEPOIS DE LÚCIA

Después de Lucía


































































































Ficha Técnica:



Gênero: Drama

Duração: 93 min

Ano de Lançamento: 2012 (Mexico e França)


Site Oficial: http://www.despuesdelucia.mx/


Trailer:





Direção e Roteiro: Michel Franco





















Fotografia: Chuy Chávez

Figurino: Evelyn Robles





Elenco Principal:



Tessa Ia Gonzales (Alejandra)
















Hernán Mendoza (Roberto, o pai)
























Gonzálo Vega Sisto (José)




























Tamara Yazbek Bernal (Camila)





























Francisco Rueda (Javier)




Paloma Cervantes (Irene)





























Juan Carlos Berruecos (Manuel)


Marco Treviño (Diretor da Escola)





























Humberto Busto (Cozinheiro)





























Monica del Carmen (Professora)



















Chuy Chávez (Agente Policial [Diretor de Fotografia do filme])




Nosha Sauma (Enfermeira)




María E. Sandoval (Mãe de José) e
Salvador Sacal (Pai de José)




























César Octavio Luna (Mecânico)























Ator não identificado























Diego Canales (Diego)
Carmen Beato (Leticia)
Josemaría Torre Hütt (Joaquín)
Nailea Norvind (Corretora Seguros)

Edgar Espinoza, Alejandro Bermejo,
Camila Ramirez e Mariana Bialek
(Alunos)





















O filme retrata o problema do bullying nas escolas.
Após um acidente de carro ter vitimado sua mãe, Lúcia, Alejandra sai do interior e vai morar com o pai na cidade do México.
Roberto é chef de cozinha e faz o possível para superar a tristeza e dar o mínimo de atenção à filha. Matricula a garota em uma escola da região, onde passa a conviver com novos colegas.
Durante um final de semana em que viaja com eles, Alejandra deixa-se filmar fazendo sexo com José, garoto que é alvo das investidas de outra garota, também presente.
Chegando em casa, descobre o vídeo publicado na Internet.



































Conclusão (spoilers):


O que vemos então é uma sucessão crescente de agressões por parte de vários integrantes do grupo de alunos. Gestos obscenos e xingamentos abrem as portas para ataques físicos e humilhações.
As meninas, revoltadas, cortam seu cabelo.






























Em determinada cena, a menina é obrigada a comer uma mistura nojenta, como se fosse seu bolo de aniversário.





















Para desespero e revolta do público presente, que grita e emite sons de inconformação na sala, Alejandra não move uma palha, não fala uma palavra em defesa própria, não esboça uma reação.
Sofre calada, inclusive ocultando tudo do pai, que mesmo deprimido, costuma perguntar por suas atividades diárias.
Talvez imagine que o esteja poupando de mais um aborrecimento e preocupação...
Quando a escola promove um passeio à praia, os crueis adolescentes mantém a menina presa no box de um banheiro, distante de qualquer divertimento e sofrendo abuso sexual.
























À noite, em volta de uma fogueira e com a conivência dos presentes, alguns meninos se divertem urinando em seu rosto.
Todos vão para o mar e Alê desaparece nas águas escuras.
Acompanhando de perto as investigações, fica claro para o pai que não verá nenhum dos jovens responsabilizado pela possível morte da filha, que na verdade pegou um ônibus e se escondeu na antiga moradia.
Num surto não menos revoltante, Roberto sequestra José e o conduz a um motel.
Na próxima sequência, atira o garoto, amarrado, no meio do oceano.



















As incômodas cenas são baseadas em relatos reais.