quinta-feira, 25 de março de 2010

UM SONHO POSSÍVEL

The Blind Side (24/03)





Ficha Técnica:

Gênero: Drama

Duração: 128 min

Ano de Lançamento: 2009 (EUA)


Direção e Roteiro: John Lee Hancock,

baseado em livro

de Michael Lewis

Música: Carter Burwell


Fotografia: Alar Kivilo

Figurino: Daniel Orlandi


Elenco:

Seguem fotos dos atores e dos personagens reais da trama:


Sandra Bullock

(Leigh Anne Tuohy)

Quinton Aaron
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(Michael Oher)


Tim McGraw

(Sean Tuohy)


Jae Head

(Sean Junior Tuohy)

Lily Collins

(Collins Tuohy)

Ray McKinnon (Técnico Burt Cotton)

Kim Dickens (Sra. Boswell)

Adriane Lenox (Denise Oher, a mãe biológica)

Kathy Bates (Srta. Sue)


Catherine Dyer (Sra. Smith)

Andy Stahl (Diretor Sandstrom)

Brian Hollan (Jay Collins)

Sharon Morris (Investigador Granger)

Omar J. Dorsey ("Big Tony" Hamilton)

Paul Amadi (Steve Hamilton)

Hampton Fluker (David)

Rhoda Griffis (Beth)

Eaddy Mays (Elaine)

Ashley LeConte Campbell (Sherry)

Tom Nowicki (Professor de literatura)

Melody Weintraub (Professor de história)

(Michael Oher e sua mãe)
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A história é interessante, assim como a atitude da personagem principal (Leigh Anne), que adota um rapaz negro (Michael), gigante e abandonado. Ele vive pelas ruas, sem roupas adequadas para o frio e sem familiares (a não ser a mãe, viciada em drogas), quando, compadecida, ela o coloca dentro de casa, lhe dando conforto, comida e o carinho de uma família.
Todos parecem se dar bem com a ideia: o marido, ex jogador de basquete profissional, a filha adolescente e o garoto mais novo, que são colegas da mesma escola (onde o grandão havia conseguido uma vaga com a ajuda do treinador, de olho em seu talento e tamanho).
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(A família real)

"Big Mike" é então ajudado de todas as formas, melhora suas notas na escola, o que lhe permite jogar e também conseguir uma bolsa para a universidade. Ali vai atuar no time profissional de futebol americano (esporte que parece perfeito para seu porte), tornando-se famoso no país.
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Algumas cenas "forçam" um pouco, como quando Leigh Anne enfrenta uma gangue de traficantes mal encarados (!) ou quando o garotão empurra todos eles como se fossem adversários no campo. Mas o filme acaba sendo um bom entretenimento. Ao final, as fotos dos verdadeiros inspiradores do roteiro dão o toque real que ajuda a emoção.

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segunda-feira, 22 de março de 2010

APROXIMAÇÃO

Disengagement (21/03)







Ficha Técnica:


Gênero: Drama

Duração: 115 min

Ano de Lançamento: 2007 (França; Israel; Alemanha; Itália)

Direção: Amos Gitai

Roteiro: Amos Gitai e Marie-Jose Sanselme


Música: Simon Stockhausen

Fotografia: Christian Berger

Figurino: Moïra Douguet




Elenco:


Juliette Binoche (Ana)

Jeanne Moreau (Françoise)

Liron Levo (Uli)

Barbara Hendricks (Barbara)

Dana Ivgy (Dana, a filha)

Hiam Abbass (Hiam)

Tomer Russo (Tomer)

Israel Katorza (Israel)

Yussuf Abu-Warda (Youssef)

Uri Klautzner (Uri)

Amos Gitai



Bela Binoche!
Sua personagem é uma mulher palestina que volta à Terra Santa para as cerimônias fúnebres de seu pai. Reencontra ali seu irmão de criação, Uli.
Ela reage aos fatos com uma alegria nervosa. Após tentar fraudar um testamento, acaba descobrindo que o pai deixara sua fortuna para a filha que ela abandonara, fruto de uma gravidez precoce.
Vai então ao encontro da menina, que é professora na Faixa de Gaza.
Conflitos internos e externos: o exército decide desocupar a área, desfazendo o assentamento judeu no local.
Em meio à ação, que pretende ser pacífica pela presença da imprensa mundial, tem sua filha, após tão pouco e cuidadoso contato, arrancada de perto de si e levada em um ônibus.
Os soldados desta operação são liderados por ninguém menos que seu irmão. Desesperada pela separação e por toda a situação, ela se agarra a ele, gritando e chorando toda dor que vivera nos últimos dias. Aqui, e em outros momentos, o título original faz mais sentido.
Lembrei-me durante o filme de uma música escrita pelo compositor Djavan, referindo-se ao sertão nordestino brasileiro, perfeitamente aplicável aqui:

"...Por que será que Deus pôs ali o ser pra ser assim, sofredor?..."

Jeanne Moreau faz a juíza, amiga do falecido, que decreta o verdadeiro rumo de sua fortuna.
Belas as cenas em que a soprano Barbara Hendricks interpreta tristes temas sobre a partida da alma, para o lugar da crença pessoal de cada um.

(O Diretor e a Atriz)




sábado, 20 de março de 2010

CREATION

Criação (20/03)






Ficha Técnica:

Gênero: Drama

Duração: 108 min

Ano de lançamento: 2009 (UK)

Direção: Jon Amiel

Roteiro: John Collee, baseado em livro

de Randal Keynes (great-great-grandson of Charles Darwin)

Música: Christopher Young


Fotografia: Jess Hall

Figurino: Louise Stjernsward



Elenco:

Paul Bettany (Charles Darwin)
(Darwin, jovem)
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Jennifer Connelly (Emma Darwin)

Martha West (Annie Darwin)

Harrison Sansostri (Lenny Darwin)

Christopher Dunkin (George Darwin)


Toby Jones (Thomas Huxley)

Benedict Cumberbatch (Joseph Hooker)

Jim Carter (Parslow)

Jeremy Northam (Reverendo Innes)

Teresa Churcher (Sra. Davies)

Zak Davies (Jemmy Buttoms)
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Darwin é um personagem que dividiu a história da ciência humana com sua teoria da evolução das espécies. Atacou indiretamente a crença religiosa que colocava Deus como único responsável pela criação de toda forma, animada ou inanimada. E tudo feito em 7 dias, segundo a interpretação literal da Bíblia Sagrada.
Isto posto, seria difícil um filme que conseguisse compreender todos os aspectos biográficos de personalidade tão rica. Não caberiam em uma só fita.
Esta trata do processo criativo do gênio, quando sua pesquisa já estava concluída. A luta íntima para enfrentar o mundo, o doloroso processo de produção e conclusão se sua obra. Paralelo a isso, a importância de sua família, a dor e a culpa pela perda de sua filha.
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Belo cenário natural, que inspira o mestre até os limites da loucura.
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