segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

EVOÉ! RETRATO DE UM ANTROPÓFAGO
































SER-TÃO






Ficha Técnica:





  

























Gênero: Documentário



























Duração: 110 min








Ano de Lançamento: 2011 (Brasil)






























Trechos:





















Direção e Roteiro: Tadeu Jungle
























e Elaine Cesar



















Trilha Sonora: Luiz Macedo



































Fotografia: Romulo Errico e Tadeu Jungle































Falava no post anterior, sobre o ''Domingos'', que é necessário cultuar a
Arte Brasileira e seus criadores.
No sentido de olhar para a Cultura Brasileira.
E não se esquecer dela.
Também de artistas onde não há distinção entre a arte e a vida.
Em Zé Celso estas ideias se realizam multiplicadas.
Delírios tão lúcidos.
































Desbunde, psicodelia, anarquismo, niilismo, fantasias e figurinos
Na pele e pelos olhos
Nos ossos























O Teatro Oficina é José Celso Martinez Corrêa.
O Teatro Dionisíaco Brasileiro é ele e somos nós
Grécia na Rua Jaceguai
Inteligência sobrevivente ao sistema

Dizia Raul Seixas em uma canção:
"O monstro sist é retado e tá doido pra transar comigo''
Zé já transou com o sistema, goza a vida e fuma seu cigarrinho




























Imagens do Oficina antes, durante e depois da obra de reestruturação
Material e pessoal
Discursos e entrevistas
Cenas de peças e filmes
Sarros






















Silvio Santos recebido por Antônio Conselheiro e a batmacumba lírica
Zé Celso comendo a si mesmo
Adolescente de 70 anos na praia nua, índio
Rebolando conforme a música, negro
































Fúria Titã: ''Não gosto de padre, não gosto de madre, não gosto de frei, não gosto de Cristo, não gosto de bispo, não digo amém"
Incômodo como quer ser
Baco Brasileiro
Tupy Bacana
Teatro-Vida-Greco-Tropical
Louco é o establishment!





















































(Estudo para Antropofagia -Tarsila do Amaral [1929] )







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